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Procuro no Google imagens da Vênus famosa e ao vê-la me dou conta de como seria impossível usá-la num anuncio contemporâneo pretendendo transmitir, significar sensualidade feminina. estamos hoje no outro extremo, no mundo das mulheres cabide, secas, ossudas, quando foi que perdemos o link com tudo que historicamente representou a qualidade, a atratividade feminina. A escritora e blogueira Nora reflete sobre corpos, gordinhas e auto-estima ligados à atratividade feminina.
O meu insaciável desejo me forçava a colocar o pênis todo na boca, e eu engasgava, e ficava sem ar, e me dava ânsia de vômito, e sentia minha boca acumular catarro, até que lágrimas começavam a escorrer pelos meus olhos e fluidos pela minha vagina. Era no sexo oral que eu realmente me sentia como uma prostitutazinha, tanto que assumia atitudes de uma, como esfregar e bater o pênis rígido no rosto. Tomava esses dois movimentos quase como um ritual, uma mania obsessiva e compulsiva. Sei lá, acho que é uma forma de eu demonstrar carinho e até devoção pelos falo. As memórias uma garota de programa relatam um encontro para lá de perverso.
Ela esteve presente em praticamente todas as civilizações e em todas as culturas, ao redor do mundo todo. Representava na Terra as deusas da fertilidade, celebrando a capacidade de geração da vida, característica única do sexo feminino. Trata-se da prostituta sagrada e sua influência chegam aos dias de hoje.
Uma mulher moralmente decente, mas que devido a obrigações financeiras ou qualquer outro tipo de dificuldade é levada ao desespero e deve vender seu corpo, tornando-se prostituta. Em outra variação, ela se apaixona por um cliente jovem ou pobre, ou mesmo pelo patrão, mas sempre dentro de uma relação conflituosa. Esta é a puta do coração de ouro, uma personagem que aparece na literatura e no cinema e que faz parte de nossa mitologia.
Orgias com mais de cento e cinquenta homens, sexo oral em público com homens anônimos em um movimentado parque, amantes sem fim…Estes eram alguns dos aspectos de uma desenfreada vida sexual, relatada em uma biografia,, e que seria somente mais um relato de aventuras picantes, não fosse a identidade de sua autora: uma das mais respeitadas críticas de arte da França, Catherine Millet.
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